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GRUPO DE TRABALHO

Refletir sobre trabalhos que tomam as formulações teóricas e os estudos gays, lésbicos e queers como referenciais de análises e produção de dados. Serão encorajadas propostas que dialoguem com autores brasileiros, latino-americanos, dentre outros que invistam em reflexões e problematizações de experiências de ativismo político.

Expor saberes, abarcar olhares e percepções que levem às discussões sobre as temáticas Gênero, Sexualidades destacando o potencial desestabilizador dessas categorias em sua relação com a Educação.

Apresentar a produção audiovisual (filmes, programas de TV, conteúdo na internet, músicas) que destaca o gênero e as sexualidades como aspectos fundamentais dos sujeitos e das sociedades, sistemas de produção, produtores, autores, movimentos, estéticas, formas de distribuição e recepção.

Discutir as intersecções e trânsitos não apenas entre as categorias corpo, sexo e gênero, mas também entre raça/etnia, classe, nacionalidade e outros marcadores sociais de diferenças. Refletir sobre as relações de poder e os modos de subjetivação.

Congregar as reflexões sobre as relações familiares e parentalidades – contemplando especialmente a esfera das relações com a “família de origem”, atentos a modulações introduzidas por fatores como geração, classe social, gênero, raça e religião. Nas esferas pública e privada – analisando situações e dinâmicas de interação no âmbito doméstico e no plano das relações interpessoais, as implicações enquanto valor cultural, instituição social e política

Problematizar sobre as práticas, as pedagogias e as representações do corpo, de gênero e da diversidade sexual nas literaturas apontando para as questões atuais da sociedade, que possibilitem interlocuções e desdobramentos com as áreas humanísticas.

Problematizar nos diversos campos de produção do conhecimento como os processos de pedagogização/regulação do corpo e de suas práticas constituem certa educabilidade corporal, sexual e de gênero, ao mesmo tempo que quer, também, como força contestatória e de ação política, buscar perceber de que maneira é possível criar potencialidades de contraconduta frente aos interesses biopolíticos atuais

Este GT versa sobre teoria crítica dos direitos humanos, feminismo, patriarcado, direitos das mulheres, igualdade de gênero, sexualidade, diversidade sexual, vulnerabilidade social, direitos e cidadania LGBTI, movimentos sociais, políticas públicas de gênero.

Os trabalhos aqui reunidos versam sobre Imaginário e Gênero e resultam, em sua maioria, de pesquisas literárias ancoradas nos estudos junguianos, campbellianos, bachelardianos e durandianos. Importam as discussões sobre formas de representação dos arquétipos do Masculino e do Feminino na literatura, cujas concepções transcendem as categorias sociais “homem”/”mulher”. Prioriza-se o imaginário mitopoético alimentado pelo imaginário mais universal das estruturas culturais que enraízam a herança tradicional. Busca-se, preferencialmente a riqueza inesgotável do imaginário simbólico do Masculino e do Feminino que transita pelo tempo através dos mitos, dos arquétipos, da vivência com o sagrado, dos ritos, das lendas, e que revelam nos textos literários modos de ser, de viver, de conviver e de promover o relacionamento amoroso, a paridade, as relações conjugais, familiares, sociais. Objetiva-se evidenciar, analisar e interpretar as imagens arquetípicas que modela as metáforas literárias que constroem concepções idealizadas do Masculino e do Feminino para o bem e para o mal.

Os trabalhos reunidos nesse GT versam acerca do referencial epistemológico sobre mulheres, feminismos e políticas do corpo e a produção do conhecimento científico. Busca-se explorar as relações que transcendem o ordenamento social.

As bases históricas que constituem os sujeitos sociais, seus sentimentos e afetos são explorados nos trabalhos desse grupo de trabalho. As práticas que perpassam a História concebem e formatam novos arranjos para o entendimento dos sentimentos e afetos pela configuração que comportam. As práticas, seus sujeitos, sentimentos e afetos no processo histórico de constituição do eu e do outro constituem o campo de discussão que se pretende entre os participantes desse GT.

Este GT apresenta as produções artísticas em teatro, cinema e música na intersecção com seus sujeitos problematizando sobre a produção do conhecimento.

As subjetividades, a construção de identidades, ciborgues e pertencimentos nas interações lançando mão dos espaços e tempos com que os sujeitos interagem balizam as propostas desse GT. Buscam-se as tessituras das quais emergem a complexidade da(s) sociologia(s).

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